Vistoria apreende celulares, drogas e armas no presídio
Presídio fica em um plano mais baixo do que a rua, o que facilita as ações.
Presídio fica em um plano mais baixo do que a rua, o que facilita as ações.
Uma vistoria realizada no Presídio Regional de Santa Cruz do Sul, nesta terça-feira, evidenciou uma das principais dificuldades encontradas nas casas prisionais do País: a de impedir a entrada de celulares, drogas e armas. Durante o turno da tarde, de forma aleatória, foram realizadas vistorias estruturais nas celas e corporais nos apenados, onde foram encontradas drogas (maconha e cocaína), celulares, carregadores de celulares e facas artesanais, popularmente conhecidas como “estoques”.
De acordo com o Chefe de Segurança do presídio, Adriano Martins, a revista não foi de rotina, e surgiu graças a troca de informações com autoridades policiais e a própria comunidade. “A revista foi realizada a partir de uma suspeita. O que acontece, muitas vezes, é que o preso faz ameaças a familiares e conhecidos através de um celular. Então, a própria pessoa ameaçada faz a denúncia, seja diretamente no presídio ou na polícia, que nos repassa”, explicou.
Conforme Adriano, a porta de entrada de material ilícito no presídio de Santa Cruz do Sul é por via aérea, ou seja, por meio de pessoas que arremessam os objetos por cima dos muros da casa prisional. “As pessoas atiram os objetos nos horários de banho de sol dos presos. E isso é facilitado uma vez que a rua fica em um plano mais alto do que o presídio”, explicou. Uma vez dentro do pátio, fica praticamente impossível interceptar o material, devido ao grande número de apenados no local. “Mesmo assim, buscamos ter um cuidado especial com relação a este tipo de situação, colocando um número maior de agentes nos horários de banho de sol”, destacou. Cada agente conta com um rádio comunicador para avisar os demais sobre qualquer situação suspeita.
Para evitar que os objetos não permitidos ingressem no presídio em dias de visita, são realizadas revistas em todos os visitantes e nas mercadorias trazidas por eles. “As visitações são nas quartas-feiras e domingos. E temos duas supervisões nestes dias, uma para a guarda e outra para a sala de revistas. Isso faz com que seja quase impossível a entrada de material ilícito nas visitações”, garantiu.
Prevenção
De acordo com o Chefe de Segurança do presídio, Adriano Martins, a revista não foi de rotina, e surgiu graças a troca de informações com autoridades policiais e a própria comunidade. “A revista foi realizada a partir de uma suspeita. O que acontece, muitas vezes, é que o preso faz ameaças a familiares e conhecidos através de um celular. Então, a própria pessoa ameaçada faz a denúncia, seja diretamente no presídio ou na polícia, que nos repassa”, explicou.
Conforme Adriano, a porta de entrada de material ilícito no presídio de Santa Cruz do Sul é por via aérea, ou seja, por meio de pessoas que arremessam os objetos por cima dos muros da casa prisional. “As pessoas atiram os objetos nos horários de banho de sol dos presos. E isso é facilitado uma vez que a rua fica em um plano mais alto do que o presídio”, explicou. Uma vez dentro do pátio, fica praticamente impossível interceptar o material, devido ao grande número de apenados no local. “Mesmo assim, buscamos ter um cuidado especial com relação a este tipo de situação, colocando um número maior de agentes nos horários de banho de sol”, destacou. Cada agente conta com um rádio comunicador para avisar os demais sobre qualquer situação suspeita.
Para evitar que os objetos não permitidos ingressem no presídio em dias de visita, são realizadas revistas em todos os visitantes e nas mercadorias trazidas por eles. “As visitações são nas quartas-feiras e domingos. E temos duas supervisões nestes dias, uma para a guarda e outra para a sala de revistas. Isso faz com que seja quase impossível a entrada de material ilícito nas visitações”, garantiu.
Prevenção
O Diretor Bruno Carlos Pereira, que assumiu recentemente a casa prisional, afirmou que, além de coibir a entrada dos materiais ilícitos, também é realizado um trabalho de prevenção ao tráfico no presídio. “Existem projetos de prevenção ao uso de entorpecentes no intuído de orientar e alertar os presidiários sobre os malefícios dos mesmos. Uma das formas trabalhadas para evitar o tráfico de entorpecentes no presídio é através da orientação e informação dos prejuízos que proporcionam”, salientou. Segundo ele, o trabalho também favorece a ressocialização dos apenados. “O presídio dispõe de uma equipe de técnicos (assistentes sociais, psicólogos e dentistas) que trabalham em prol dos apenados, oferecendo assistência, orientações e informações para que, quando retornarem a sociedade, estejam aptos a viver de forma lícita”, concluiu.
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