Agentes da região de Santa Maria acusados de tortura
Onze agentes penitenciários,quatro deles ligados à região Centro, estão sendo processados por crimes de tortura e de alteração de documentos. Outros dois envolvidos são da Fronteira-Oeste, região da área de abrangência de Santa Maria. Eles são acusados de espancar dois presos na Penitenciária Regional de Caxias do Sul, em abril deste ano, e de submetê-los à pressão psicológica (ameaça) para negarem as agressões sofridas dentro da cadeia. Os servidores teriam modificado os registros de ocorrência, tanto interna como na polícia, para encobrir os atos de violência e abuso de autoridade. O caso ganhou repercussão estadual a ponto de 10 promotores assinarem a denúncia – peça em que o Ministério Público pede a abertura do processo criminal – encaminhada à Justiça, fato raro no Rio Grande do Sul e, até mesmo, no País. Além de pedirem a condenação dos agentes, os promotores querem que eles percam os cargos.
Todos os denunciados trabalhavam no presídio de Caxias do Sul e estavam no cumprimento de suas funções quando os fatos ocorreram. Dos 11 acusados, dois são de Santa Maria, dois de Santiago, um de São Gabriel e outro de Rosário do Sul. Cinco réus moram em Santa Maria, em Santiago, São Gabriel e em Rosário do Sul. Como a ação penal está em andamento e os envolvidos ainda não foram julgados, o Jornal A Razão preserva os nomes dos servidores para evitar que eles e seus familiares sofram represálias. Também não há informações sobre onde os agentes estão trabalhando, atualmente, ou se algum deles está afastado do serviço.
Conforme os promotores, nove dos 11 agentes denunciados, incluindo servidores ligados à região de Santa Maria, teriam agredido, por mais de uma vez, o preso Tiago de Ramos dos Santos, no final da tarde de 8 de abril, no interior da Penitenciária Regional de Caxias do Sul, após o retorno de uma audiência no Fórum daquela cidade.
Na versão dos agentes, Tiago, além de se recusar a obedecer a uma ordem, teria ofendido os servidores e incitado outros presos a se rebelarem, dando origem a um tumulto que, por pouco, não se transformou em um motim ou mesmo em uma rebelião, já que houve princípio de quebra-quebra.
Na versão do Ministério Público (MP), Tiago apanhou dos agentes e ainda foi ameaçado para negar as agressões. O preso teria apanhado mais de uma vez (veja no quadro). O MP acusa ainda os agentes de terem alterado os registros de ocorrência para encobrir as agressões contra Tiago e evitar punições contra eles.
Onze agentes penitenciários,quatro deles ligados à região Centro, estão sendo processados por crimes de tortura e de alteração de documentos. Outros dois envolvidos são da Fronteira-Oeste, região da área de abrangência de Santa Maria. Eles são acusados de espancar dois presos na Penitenciária Regional de Caxias do Sul, em abril deste ano, e de submetê-los à pressão psicológica (ameaça) para negarem as agressões sofridas dentro da cadeia. Os servidores teriam modificado os registros de ocorrência, tanto interna como na polícia, para encobrir os atos de violência e abuso de autoridade. O caso ganhou repercussão estadual a ponto de 10 promotores assinarem a denúncia – peça em que o Ministério Público pede a abertura do processo criminal – encaminhada à Justiça, fato raro no Rio Grande do Sul e, até mesmo, no País. Além de pedirem a condenação dos agentes, os promotores querem que eles percam os cargos.
Todos os denunciados trabalhavam no presídio de Caxias do Sul e estavam no cumprimento de suas funções quando os fatos ocorreram. Dos 11 acusados, dois são de Santa Maria, dois de Santiago, um de São Gabriel e outro de Rosário do Sul. Cinco réus moram em Santa Maria, em Santiago, São Gabriel e em Rosário do Sul. Como a ação penal está em andamento e os envolvidos ainda não foram julgados, o Jornal A Razão preserva os nomes dos servidores para evitar que eles e seus familiares sofram represálias. Também não há informações sobre onde os agentes estão trabalhando, atualmente, ou se algum deles está afastado do serviço.
Conforme os promotores, nove dos 11 agentes denunciados, incluindo servidores ligados à região de Santa Maria, teriam agredido, por mais de uma vez, o preso Tiago de Ramos dos Santos, no final da tarde de 8 de abril, no interior da Penitenciária Regional de Caxias do Sul, após o retorno de uma audiência no Fórum daquela cidade.
Na versão dos agentes, Tiago, além de se recusar a obedecer a uma ordem, teria ofendido os servidores e incitado outros presos a se rebelarem, dando origem a um tumulto que, por pouco, não se transformou em um motim ou mesmo em uma rebelião, já que houve princípio de quebra-quebra.
Na versão do Ministério Público (MP), Tiago apanhou dos agentes e ainda foi ameaçado para negar as agressões. O preso teria apanhado mais de uma vez (veja no quadro). O MP acusa ainda os agentes de terem alterado os registros de ocorrência para encobrir as agressões contra Tiago e evitar punições contra eles.
Fonte: www.arazao.com.br
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