Corrida ao Piratini
Abrindo uma série de entrevistas promovidas por Zerohora.com com os postulantes ao Piratini, o candidato Tarso Genro, do PT, respondeu às perguntas das jornalistas Rosane de Oliveira e Dione Kuhn, de Zero Hora, e de internautas, que enviaram seus questionamentos para o candidato.
Segurança pública
Sistema carcerário
Sobre os problemas de estrutura no Presídio Central, Tarso afirmou que, enquanto ministro da Justiça, o Governo Federal ofereceu recursos para a reforma estrutural da penitenciária:
— Tínhamos, no Brasil, duas manchas, que eram o presídio Aníbal Bruno, em Recife, e o nosso Presídio Central — relatou o candidato, acrescentando que a penitenciária pernambucana "já deve estar terminando as reformas".
Segundo o candidato, o Presídio Central não apresentou um projeto, na ocasião, para receber os recursos.
— Este Presídio Central vai ser eliminado ou tem de ser reformado, diminuindo a população carcerária — disse Tarso.
O candidato defendeu, ainda, o Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci), que pretende retirar do sistema carcerário tradicional até 400 jovens apenados, que cumprirão penas em prisões de média segurança e contarão com formação profissional.
Tarso afirmou que parcerias público-privadas podem ser concretizadas na administração dos presídios, mas disse que não recomenda este tipo de contrato:
— O que eu sou contra é que se entregue a administração da pena para a iniciativa privada.
A ideia do candidato é melhorar os salários dos agentes penitenciários e qualificar sua formação.
Policiamento de rua
Tendo em vista a Copa de 2014, o candidato foi questionado sobre o policiamento nas ruas. Tarso defendeu o uso da Força Nacional, como foi feito no sistema de segurança dos Jogos Pan-americanos de 2007, no Rio de Janeiro:
— Naquele momento, a Força Nacional teve um papel fundamental.
Déficit zero
O candidato afirmou ter preocupação "total" com o déficit zero do Rio Grande do Sul, mas criticou a maneira de "não gasto" com que o governo atual sanou as dívidas do Estado. Tarso acredita que é possível aliar o déficit zero ao desenvolvimento econômico:
— Fazer a sanidade fiscal crescendo: isso que é maestria — falou o candidato, acrescentando que presidente Luiz Inácio Lula da Silva trabalhou desta maneira em seu mandato.
Funcionalismo público
Sobre a possibilidade de enfrentar uma greve de servidores em seu mandato, o candidato afirmou que cortaria o ponto dos grevistas:
— Eu considero uma humilhação não cortar o ponto do grevista
Perguntado por um leitor sobre uma possível diminuição na jornada de trabalho de servidores públicos, de oito para seis horas, Tarso afirmou que este não é o momento para tal decisão, mas que se esta opção se demonstrar a melhor, isto pode ser negociado.
Para o candidato, deve-se buscar o melhor pagamento ao funcionário público e exigir mais do servidor a fim de que preste um bom serviço à população.
Abrindo uma série de entrevistas promovidas por Zerohora.com com os postulantes ao Piratini, o candidato Tarso Genro, do PT, respondeu às perguntas das jornalistas Rosane de Oliveira e Dione Kuhn, de Zero Hora, e de internautas, que enviaram seus questionamentos para o candidato.
Segurança pública
Sistema carcerário
Sobre os problemas de estrutura no Presídio Central, Tarso afirmou que, enquanto ministro da Justiça, o Governo Federal ofereceu recursos para a reforma estrutural da penitenciária:
— Tínhamos, no Brasil, duas manchas, que eram o presídio Aníbal Bruno, em Recife, e o nosso Presídio Central — relatou o candidato, acrescentando que a penitenciária pernambucana "já deve estar terminando as reformas".
Segundo o candidato, o Presídio Central não apresentou um projeto, na ocasião, para receber os recursos.
— Este Presídio Central vai ser eliminado ou tem de ser reformado, diminuindo a população carcerária — disse Tarso.
O candidato defendeu, ainda, o Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci), que pretende retirar do sistema carcerário tradicional até 400 jovens apenados, que cumprirão penas em prisões de média segurança e contarão com formação profissional.
Tarso afirmou que parcerias público-privadas podem ser concretizadas na administração dos presídios, mas disse que não recomenda este tipo de contrato:
— O que eu sou contra é que se entregue a administração da pena para a iniciativa privada.
A ideia do candidato é melhorar os salários dos agentes penitenciários e qualificar sua formação.
Policiamento de rua
Tendo em vista a Copa de 2014, o candidato foi questionado sobre o policiamento nas ruas. Tarso defendeu o uso da Força Nacional, como foi feito no sistema de segurança dos Jogos Pan-americanos de 2007, no Rio de Janeiro:
— Naquele momento, a Força Nacional teve um papel fundamental.
Déficit zero
O candidato afirmou ter preocupação "total" com o déficit zero do Rio Grande do Sul, mas criticou a maneira de "não gasto" com que o governo atual sanou as dívidas do Estado. Tarso acredita que é possível aliar o déficit zero ao desenvolvimento econômico:
— Fazer a sanidade fiscal crescendo: isso que é maestria — falou o candidato, acrescentando que presidente Luiz Inácio Lula da Silva trabalhou desta maneira em seu mandato.
Funcionalismo público
Sobre a possibilidade de enfrentar uma greve de servidores em seu mandato, o candidato afirmou que cortaria o ponto dos grevistas:
— Eu considero uma humilhação não cortar o ponto do grevista
Perguntado por um leitor sobre uma possível diminuição na jornada de trabalho de servidores públicos, de oito para seis horas, Tarso afirmou que este não é o momento para tal decisão, mas que se esta opção se demonstrar a melhor, isto pode ser negociado.
Para o candidato, deve-se buscar o melhor pagamento ao funcionário público e exigir mais do servidor a fim de que preste um bom serviço à população.
Fonte: www.zerohora.com
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